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Declaração Teológica de Barmen

Em 1934, diversos mestres da teologia, dentre os quais Barth e Bultmann, assinaram um protesto contra os rumos que a Igreja Unida estava tomando. Alguns dias depois, então, os líderes cristãos de toda a Alemanha, tanto luteranos quanto reformados, reuniram-se em Barmen para o que denominaram o “sínodo do testemunho” e publicaram a Declaração de Barmen, que se tornou o documento de origem para a “Igreja da Confissão”, grupo que se opôs às medidas de Hitler em nome do evangelho. A Declaração de Barmen rejeitava “a falsa doutrina, pela qual a igreja deve aceitar, como base de sua mensagem, além e à parte da Palavra de Deus, outros fatos e poderes, figuras ou verdades, como se fossem a revelação de Deus”.

GONZÁLEZ, Justo L. História ilustrada do cristianismo. A era dos reformadores até a era inconclusa (Volume 2). São Paulo: Vida Nova, 2011, p. 525.

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